Bem,
basta você se certificar por entidades cadastradas no Ministério da
Agricultura! Certo. Mas como!!! A resposta varia de certificadora para
certificadora. Mas alguns procedimentos gerais são comuns a todas elas
(ou pela maioria delas):
1.Escolha
a certificadora mais interessante para o SEU CASO. Veja os itens preço,
distância (quanto mais distante, o custo de viagem do técnico que fará
a inspeção é maior), rapidez, eficiência no atendimento, se a
certificadora é reconhecida pelo Ministério da Agricultura e,
principalmente, reconhecimento no mercado. Já existem muitas
certificadoras no mercado. Mas poucas tem reconhecimento nacional e
outras, mais raras ainda) com reconhecimento internacional. Dica: no
Brasil é comum a existência de certificadoras regionais (reconhecida no
mercado local), nacionais (no mercado interno) e internacionais (no
mercado externo). Leia as normas de produção da certificadora escolhida.
2.
Peça e preencha o pedido de certificação. Dica: algumas
certificadoras solicitam que o cliente seja sócia da entidade. Assim
reduz bastante o custo de certificação. Normalmente existe taxa para o
pedido da certificação. Nesses formulário, basicamente, é solicitado o
manejo atual da propriedade, bem como, as características da mesma.
3.Será
marcada uma visita de um técnico para a inspeção. Normalmente, o
retorno é feito em, no máximo, um mês. Marcada a visita, o inspetor irá
na propriedade. O custo da inspeção é dividido tipos: o primeiro são
as despesas de viagem (incluí quilometragem, hospedagem, alimentação
etc). O segundo é a diária do inspetor, que é muito variável de
certificadora para certificadora. Com a inspeção, o técnico verá toda
a propriedade e preencher questionários. Assim, ele terá dados para
fazer o relatório (veja se o custo do preparo do relatório já está
incluída na diária do técnico). O pagamento pode ser no ato da inspeção
ou não, dependendo da certificadora. O relatório é aprontado em um mês,
aproximadamente
4.O
relatório é encaminhado para o Conselho de Certificação da entidade
(antes pode ser encaminhado para sua ciência). É nele que se dará o
parecer se sua propriedade é considerada orgânica, convencional (parecer
negativo) ou em conversão (período em manejo orgânico, que é dado para
decompor elementos tóxicos e equilibrar o solo: a produção não é
considerada orgânica). Resultado em mais um mês, aproximadamente.
Importante: as certificadoras cobram pelo uso da marca, que varia de 0,5%
à 2% sobre o valor de venda.