Hipertensão arterial sistêmica

A hipertensão arterial sistêmica é uma condição que também é bastante conhecida como pressão alta ou apenas hipertensão mesmo. Se trata de um problema cardiovascular que está entre os mais comuns.

Contudo, mesmo sendo uma condição que ocorre com frequência, ela deve ser sempre muito bem acompanhada e controlada, visto que pode levar a uma série de complicações, tais como infartos e outras doenças cardiovasculares.

Por isso mesmo é que hoje vamos entender um pouco mais a respeito da hipertensão arterial sistêmica e como ela pode ser controlada corretamente.

O que é a hipertensão arterial sistêmica?

Se trata de uma condição multifatorial, que se caracteriza pelo aumento e manutenção da pressão sistólica em um nível igual ou maior a 140 mmHg e pressão diastólica maior que 90 mmHg.

Isso quer dizer que se a sua pressão estiver se mantendo igual ou superior a 14 por 9, já pode ser considerara a hipertensão.

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Contudo, existem diferentes níveis de pressão e, quanto maior ela é, maiores são os riscos associados e também a chance de necessitar dar início a um tratamento com uso de medicamentos.

Estágios da hipertensão arterial

A seguir, vamos entender melhor quais são os estágios do processo de hipertensão arterial:

  • Primeiro estágio: hipertensão entre 130 por 90 e 160 por 100
  • Segundo estágio: hipertensão entre 160 por 100 e 180 por 110
  • Terceiro estágio: hipertensão superior a 180 por 110

A estimativa é de que, hoje em dia, mais de 17 milhões de pessoas sofram com a hipertensão arterial sistêmica somente no Brasil. A tendencia, no entanto, é que esse número aumente cada vez mais e que se manifeste de maneira cada vez mais precoce.

Vale lembrar que 4% desse total de brasileiros corresponde a crianças e adolescentes, que já apresentam a doença na juventude.

Complicações que a hipertensão traz

É essencial manter a pressão arterial controlada, pois ela pode acarretar uma série de outras consequências para a saúde, podendo até mesmo levar ao óbito.

Por isso, a hipertensão é considerado um problema de saúde pública no país, sendo a grande responsável por cerca de 40% dos óbitos em recorrência de AVC (Acidente Vascular Cerebral) e também por 25% das mortes em decorrência de doença arterial coronariana.

A hipertensão ainda influencia 50% dos casos de insuficiência renal fatais se for associada também com a presença do diabetes.

Por isso mesmo é que é essencial manter essa condição sob controle e com o devido acompanhamento médico!